Conclusão

Ao tratar pacientes com HTN no ambiente odontológico, as metas devem ser desenvolver e implementar estratégias preventivas e terapêuticas oportunas e compatíveis com a capacidade física e emocional do paciente para se submeter e responder ao atendimento odontológico, com as necessidades e desejos sociais e psicológicos do paciente e com as limitações impostas ao processo clínico por fatores de risco específicos da doença, específicos do procedimento e relacionados à capacidade funcional.

Tendo em vista os dados disponíveis que sugerem que os riscos relacionados à PA associados aos procedimentos odontológicos parecem ser baixos ou muito baixos, uma vez estabelecida a necessidade de intervenção odontológica, a avaliação dos fatores específicos do paciente e da capacidade funcional do paciente são as melhores informações para a estratificação do risco cardiovascular. Por fim, o OHCP está em uma posição única para desempenhar um papel fundamental em um programa de bem-estar relacionado à HTN.