Processo de cárie e estratégias de prevenção: Erosão
Conclusão

Autor do curso: Susan Higham, BSc (Bacharel em Ciências), PhD (doutora), CBiol (Bióloga Oficial), MRSB (Membro da Sociedade Real de Biologia); Chris Hope, BSc (Bacharel em Ciências) (com distinção), PhD (doutor), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior); Sabeel Valappil, BSc (Bacharel em Ciências), MSc (Mestre em Ciências), PhD (doutor), PGCertEd (Pós-Graduado em Educação), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior); Phil Smith, BDS (Bacharel em Ciências Odontológicas), MDS (Mestre em Ciências Odontológicas), PhD (doutor), FDS (Docente em Cirurgia Odontológica), DRD (Destacamento de Pesquisa Odontológica), MRD (Membro em Odontologia Restauradora), FDS (Docente em Cirurgia Odontológica) (Odont. Rest.), RCS (Academia Real de Cirurgiões) (Edin), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior)

Conclusão

A erosão dentária está se tornando cada vez mais prevalente e seu efeito prejudicial está emergindo como um grave problema de saúde pública. Não há dúvida de que a perda erosiva da superfície dentária pode se tornar patológica, levando a complicações como dor, hipersensibilidade dentinária, inflamação pulpar e aumento do risco de cárie, caso não sejam tomadas medidas para evitar a perda do tecido dentário. Conhecer os fatores que promovem a erosão dentária, bem como as estratégias preventivas, pode contribuir muito para evitar a erosão ou retardar significativamente sua progressão. O uso de creme dental fluoretado, formulado com fluoreto de estanho estabilizado, é especialmente útil devido à sua capacidade de depositar uma camada de barreira invisível sobre superfícies dentárias expostas, o que auxilia na prevenção da erosão dentária. Familiarizar-se com a forma de avaliar o nível de dano e tratá-lo pode prevenir o aparecimento de complicações relacionadas.