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Processo de Cárie e Estratégias de Prevenção: Desmineralização/Remineralização
Formação do Esmalte

Autor do curso: Susan Higham, BSc (Bacharel em Ciências), PhD (doutora), CBiol (Bióloga Oficial), MRSB (Membro da Sociedade Real de Biologia); Chris Hope, BSc (Bacharel em Ciências) (com distinção), PhD (doutor), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior); Sabeel Valappil, BSc (Bacharel em Ciências), MSc (Mestre em Ciências), PhD (doutor), PGCertEd (Pós-Graduado em Educação), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior); Phil Smith, BDS (Bacharel em Ciências Odontológicas), MDS (Mestre em Ciências Odontológicas), PhD (doutor), FDS (Docente em Cirurgia Odontológica), DRD (Destacamento de Pesquisa Odontológica), MRD (Membro em Odontologia Restauradora), FDS (Docente em Cirurgia Odontológica) (Odont. Rest.), RCS (Academia Real de Cirurgiões) (Edin), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior)

Formação do Esmalte

O esmalte é formado por células epiteliais chamadas ameloblastos. Pouco antes de um dente irromper da gengiva, os ameloblastos são quebrados, removendo a habilidade do esmalte de se regenerar ou se reparar. Isto significa que, quando o esmalte é danificado por lesão ou deterioração, ele não consegue se restaurar. Quando um dente irrompe, ele também não está totalmente mineralizado. Para mineralizar completamente o dente, íons de cálcio, fósforo e fluoreto são absorvidos da saliva para adicionar uma camada de 10 μm a 100 μm de esmalte ao longo do tempo.2