Processo de Cárie e Estratégias de Prevenção: Desmineralização/Remineralização
Desenvolvimento da Lesão Cariosa

Autor do curso: Susan Higham, BSc (Bacharel em Ciências), PhD (doutora), CBiol (Bióloga Oficial), MRSB (Membro da Sociedade Real de Biologia); Chris Hope, BSc (Bacharel em Ciências) (com distinção), PhD (doutor), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior); Sabeel Valappil, BSc (Bacharel em Ciências), MSc (Mestre em Ciências), PhD (doutor), PGCertEd (Pós-Graduado em Educação), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior); Phil Smith, BDS (Bacharel em Ciências Odontológicas), MDS (Mestre em Ciências Odontológicas), PhD (doutor), FDS (Docente em Cirurgia Odontológica), DRD (Destacamento de Pesquisa Odontológica), MRD (Membro em Odontologia Restauradora), FDS (Docente em Cirurgia Odontológica) (Odont. Rest.), RCS (Academia Real de Cirurgiões) (Edin), FHEA (Membro da Academia de Ensino Superior)

Desenvolvimento da Lesão Cariosa

Os estágios iniciais da lesão cariosa são caracterizados por dissolução parcial do tecido, deixando uma camada superficial mineralizada de 2 μm a 50 μm de espessura e uma lesão subsuperficial com perda mineral de 30% a 50%, estendendo-se para o esmalte e a dentina. Em um exame clínico, a lesão aparecerá branca como giz e amolecida. Na prática, a meta é interromper o processo no estágio de lesão de mancha branca, quando a intervenção ainda pode ser não cirúrgica.

Se a lesão avançar, a camada de esmalte externa poderá ficar cavitada. Nesse ponto, a lesão não é reversível e exige intervenção cirúrgica. Além de observar um orifício óbvio no dente durante um exame clínico, o profissional de saúde bucal talvez note também que uma lesão avançada é “pegajosa” ou macia quando tocada suavemente com uma sonda dentária.